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Comunicação Jurídica


O bom trabalho das pessoas, na maioria das vezes, depende da qualidade das informações de que dispõem, e da sua capacidade de usá-las convenientemente.
O objetivo da comunicação jurídica é estabelecer a participação de pessoas, entendendo-se e trocando experiências. Tornar comum um pensamento, o emissor elaborando a mensagem através do pressuposto repertório do receptor.
A comunicação implica sintonia entre as partes, é um fenômeno que provoca reação, e essa inverterá o processo, colocando receptor como emissor e vice-versa.

A Sociedade e a Luta Contra o Crime


Frequentemente, conflitos armados entre polícia e facções criminosas ganham as páginas de jornais e deixam a sociedade apavorada.  No estado de São Paulo mais de duzentas pessoas, entre elas muitos policiais militares, já morreram baleados na onda de ataques que vem ocorrendo desde o início deste ano. Não somente nesse estado brasileiro é que a criminalidade está concentrada, a violência consegue ser ainda maior em outros.

Dados levantados pela ONG mexicana provam que 14 das 50 cidades mais violentas do mundo são brasileiras, onde Maceió ocupa o 3° lugar desse ranking.
Com todos esses fatos abordados anteriormente, percebe-se que há necessidade de fazer alterações na políticas de segurança pública e conhecer o sistema para lutar contra a violência. As políticas de Direito Penal dificultam a construção de soluções eficazes. A segurança pública exercida por meio do poder da polícia, deve ter uma política atualizada, não reprimindo o cidadão e capacitada a prever os problemas da comunidade e planejar técnicas preventivas, trabalhando em conjunto com a comunidade.

Importância da Linguagem Jurídica para a Comunicação


Abordando que a linguagem nasce da obrigação de o ser humano se comunicar entre si e que se constitue no início das relações sociais.
É importante para os estudiosos, principalmente da área do Direito, o domínio do código e o desenvolvimento do saber jurídico, pois isso implica na elaboração de discursos persuasivos que provem a verdade apresentada. Conclui-se que é importante um bom conhecimento da linguagem jurídica, pois resulta em uma elaboração mais concreta de uma argumentação, que é por onde o discurso jurídico opera.
A comunicação é o elemento básico de relacionamento social. O bom trabalho das pessoas depende da qualidade das informações de que dispõem. Os elementos da comunicação e as funções a eles relacionadas estão envolvidos ao texto jurídico. 
A linguagem jurídica se faz importante por permitir que o texto jurídico seja preciso e objetivo, além de ser persuasório e dirigir-se ao receptor para convencê-lo a modificar o comportamento.

Linguagem Jurídica: Correta forma de comunicação?


A palavra é a arma mais importante do profissional do Direito. Para a comunicação, a linguagem é fundamental. No campo do Direito, essa linguagem é mais formal e precisa, sendo denominada Linguagem Jurídica.
A Linguagem Jurídica apresenta signos anunciadores que somente tem sentido sob o olhar do Direito. É considerada pela maioria dos não profissionais da área, antiquado e difícil, tornando-se alvo de lutas para a sua extinção.
Também não se pode utilizar palavras que não condizem com o momento, pois mostrar superioridade e não se fazer entender pelos interlocutores é totalmente condenável.
O discurso do advogado deve ser elaborado com simplicidade e clareza, mas não desprovido de elegância. 
É correta essa forma de comunicação, porém não com o excessivo uso dos termos técnicos, no caso, o Juridiquês.

Diferenças entre Jargões

Para o sociolinguista Dino Preti, o indivíduo estabelece para a fala padrões que variam de acordo com a situação, cama social em que se encontra ou tema da conversação, ou seja, níveis de fala. Já para o jurista Paulo de Barros Carvalho, a linguagem não é tão livre e natural como para o legislador, é mais científica, seguindo critérios que obedecem os princípios da identidade, da não contradição e do meio excluído.
Não há dois sujeitos, no interior de um grupo, que se exprimam da mesma maneira. Puxando mais para a área do Direito, pode-se raciocinar com o exemplo do legislador, pois ele é tanto uma pessoa pública quanto uma pessoa de órgão privado, tendo uma linguagem mais livre que o cientista do direito, ou seja, o jurista faz uso de uma linguagem mais técnica.
Tendo abordado essas ideias, percebe-se que o profissional do Direito deve ser sucinto mas deve ter certa cautela para não exagerar, ou seja, nem deve fazer uso de uma linguagem simplificada nem de uma ultra rebuscada.